Quatro percursos para explorar a história da cidade: do abastecimento de água e calçamento das ruas às páginas da imprensa local e aos lugares de convivência urbana.
Selecione um tema para abrir sua área dedicada. Cada percurso reúne seis cenas com relatos históricos, fotografias e documentos originais.
01 · ABASTECIMENTO6 cenas
Água e saneamento
Antes de abrir a torneira, a cidade precisou encontrar um jeito de levar água até ela. Acompanhe a história do balde vazio à criação do SAAE e à estação de tratamento.
Interações: decisão dos moradores, esquema da captação e visita em vídeo à ETA.
Siga as pedras, o asfalto e as decisões que transformaram o chão de Mogi Mirim: o calçamento central, as leis pioneiras de pavimentação, a ligação com Limeira e os mapas da cidade.
Interações: comparador fotográfico 1950 vs 1970, leitura de leis e camadas do mapa.
Abra as páginas de A Comarca, fundada em 1900, e descubra como o jornal registrou acontecimentos, obras públicas e pistas documentais para pesquisar o passado da cidade.
Interações: pistas documentais de pesquisa e contextualização historiográfica.
Praças, bairros históricos e antigas estações ferroviárias. Uma viagem pela Praça Rui Barbosa, Jardim Velho e as estações que conectavam pessoas e trajetórias de Mogi Mirim.
Interações: fotografias de referência da Câmara Municipal e postais históricos.
Antes de abrir a torneira, uma cidade inteira precisou encontrar um jeito de levar água até ela. Volte aos anos 1950 e descubra como Mogi Mirim fez isso.
Seis cenas para acompanhar a água da Vila Santa Elisa até as torneiras de Mogi Mirim. A história começa com um balde vazio.
CAPÍTULO 01 / ANOS 1950
O balde vazio
+O balde
Quando a rede não dava conta, o transporte por caminhões foi uma forma emergencial de levar água a moradores.
Ilustração · @eusouguifreitasIlustração de ambientação
NA RUA
Imagine sair de casa com um balde na mão. Antes de pensar no almoço, você precisa descobrir de onde vai vir a água.
Em Mogi Mirim, parte da água vinha do córrego Lavapés e do rio Mogi Mirim, na Vila Santa Elisa. A vazão era insuficiente para atender toda a cidade, e a falta d’água virava notícia em A Comarca, segundo o SAAE.
VOCÊ DECIDE
Como atender os moradores enquanto a obra não sai?
Escolha e compare com o que aconteceu.
Os caminhões ajudam naquele dia. Para a água chegar à rua seguinte, ainda é preciso fazer uma obra que a cidade não consegue pagar sozinha.
CAPÍTULO 02 / 1953
Na mesa da Câmara
+A planta da obra
Antes de liberar crédito, o Estado enviou um engenheiro. O estudo indicou o rio Mogi Mirim para a captação.
Ilustração · @eusouguifreitasIlustração de ambientação
NA PREFEITURA
Da rua, a viagem segue até a mesa onde se discute como pagar pela água que ainda falta.
O Estado já havia autorizado a transferência dos serviços para o município em 1948. Agora, segundo o relato do SAAE, a Prefeitura precisava de crédito para fazer as obras. Em 1953, depois de debates, os vereadores aprovaram um empréstimo de quatro milhões de cruzeiros.
Com a crise ainda em curso, o prefeito José Teófilo Albejante buscou ajuda estadual. O Estado mandou um engenheiro estudar de onde a cidade poderia captar mais água.
SOBRE A MESA
Abra os papéis da história
1948 · O Estado autoriza a transferência
A Lei estadual nº 167 inclui os serviços de água e esgotos, os bens e os direitos associados à operação.
1949 · O município pode receber a escritura
A Lei municipal nº 33 autorizou o prefeito a receber do Estado a escritura de doação dos serviços.
O estudo apontou o rio Mogi Mirim. Acompanhe a água a partir dali e veja o que precisava acontecer antes que alguém pudesse bebê-la.
CAPÍTULO 03 / 1955–1956
Do rio à torneira
Ilustração · @eusouguifreitasIlustração · Foto de referência de 1955
NA CAPTAÇÃO
A água que você acompanha agora ainda está no rio. Entre a margem e uma cozinha, há quatro etapas.
O primeiro sistema municipal de tratamento e distribuição levou água da captação a instalações de tratamento e armazenamento. O SAAE registra que a água bruta passava por decantação e recebia cloro antes de seguir para a rede.
A imagem do cabeçalho segue a foto da fachada do Serviço de Água reproduzida no livro. O esquema ao lado explica o percurso da água.
Por que aparecem duas datas?
O livro Mogi Mirim nos Trilhos do Desenvolvimento registra uma inauguração em 25 de dezembro de 1955. O SAAE situa a construção do primeiro sistema em 1956. Os documentos consultados ainda não esclarecem a relação entre as duas datas.
SIGA O PERCURSO
Ilustração · @eusouguifreitas
1 · Captação
Um estudo encomendado pelo Estado apontou o rio Mogi Mirim como manancial para a captação.
Esquema conceitual do percurso da água.
A água chega à rede. Alguém precisa cuidar dessa rede todos os dias, ampliar o sistema e manter o serviço funcionando.
CAPÍTULO 04 / 9 DE MARÇO DE 1970
Nasce o SAAE
+Os canos e as plantas
O artigo 2º da lei de criação do SAAE atribuiu à autarquia o planejamento de obras e a manutenção dos sistemas.
Ilustração · @eusouguifreitasIlustração de ambientação
NO BALCÃO DO SERVIÇO DE ÁGUA
Pense no trabalho que começa depois que a tubulação fica pronta. É preciso operar o sistema, consertar a rede e planejar as próximas obras.
O município tinha um departamento de Água e Esgotos. Em 9 de março de 1970, a Lei nº 719 criou o SAAE, com autonomia econômica, financeira e administrativa.
LEIA O DOCUMENTO
O que a lei colocou nas mãos do SAAE?
Art. 1º · Criação da autarquia
O artigo cria o serviço e estabelece personalidade jurídica própria e autonomia nos limites da lei.
Art. 2º · Da obra à manutenção
A redação original atribui à autarquia tarefas como estudar, projetar, construir, ampliar, operar e manter os sistemas.
Da criação do serviço, pule três anos. A cidade está prestes a conhecer a estação em uma cerimônia registrada pela imprensa.
CAPÍTULO 05 / 28 DE JANEIRO DE 1973
O dia da inauguração
+Os decantadores
Na fotografia de referência, os vãos são retangulares e separados por travessas de concreto. Os detalhes pouco legíveis foram simplificados na pintura.
Ilustração · @eusouguifreitasIlustração · Referência: A Comarca, 1973
NA ESTAÇÃO
Na ilustração, repare nos vãos retangulares e nas travessas de concreto dos decantadores. A imagem segue a foto 34, creditada ao jornal A Comarca.
O livro Mogi Mirim nos Trilhos do Desenvolvimento registra a cerimônia em 28 de janeiro de 1973, na gestão de Adib Chaib, e credita as fotos ao jornal A Comarca.
OLHE DE PERTO
Duas estruturas, dois trabalhos
Decantadores · O que acontece com as partículas?
Na decantação, as partículas se depositam no fundo. Segundo o SAAE, em 1985 a estação ganhou mais dois decantadores.
Reservatório elevado · Por que guardar água no alto?
Armazenar água em altura ajuda a manter a pressão na rede pela ação da gravidade.
Agora que você já sabe para que servem essas estruturas, passe para o presente e veja a estação por dentro.
Seis cenas para observar a transformação das ruas — e descobrir o que os documentos realmente permitem afirmar.
CAPÍTULO 01 / 1950
Olhe para o chão
+A primeira pista
A fotografia da Câmara registra um trecho da Rua José Bonifácio, na esquina com a Praça Rui Barbosa.
Ilustração · @eusouguifreitasIlustração de ambientação
NA FOTOGRAFIA
Antes de perguntar “quando chegou o asfalto?”, observe o que já existia.
A imagem de 1950 não mostra uma cidade inteira sem pavimento. Ela registra um trecho central da Rua José Bonifácio com calçamento de pedras. Vinte anos depois, a mesma rua aparece com outra superfície, outro trânsito e outra relação com a cidade.
Arraste a divisória entre as duas fotografias reais. A imagem da esquerda é de 1950; a da direita, de 1970.
1970 · asfalto1950 · calçamento↔
Fotografias: Câmara Municipal de Mogi Mirim · seção Mogi Antigo. A comparação não prova que todas as ruas mudaram na mesma data.
A fotografia dá a sensação da mudança. As leis ajudam a descobrir como ela foi planejada.
CAPÍTULO 02 / 1956
Seis mil metros
+Uma medida concreta
A Lei municipal nº 219 autorizou licitação e execução de calçamento em 6.000 m² de vias públicas.
Ilustração · @eusouguifreitasIlustração de ambientação
NA LEI
O primeiro número não é uma data de asfaltamento. É uma área de calçamento.
Em 10 de julho de 1956, a Lei nº 219 autorizou a Prefeitura a abrir concorrência e executar o calçamento de 6.000 m² de vias públicas. O documento é valioso justamente porque limita a leitura: fala de pedras e área contratada, não de uma transformação uniforme da cidade.
O documento localiza uma obra autorizada. Ainda não informa, sozinho, quais ruas foram executadas.
TESTE A LEITURA
O que a lei permite afirmar?
Escolha uma leitura e compare com o texto legal.
Antes de cobrir o chão, a cidade precisava contratar, medir e escolher onde intervir.
CAPÍTULO 03 / 1960–61
O asfalto entra
+A sequência oficial
Em 1960 aparece a autorização para pavimentação asfáltica; em 1961, surgem o serviço rodoviário municipal e a obra até o cemitério.
Ilustração · @eusouguifreitasIlustração de ambientação
NA LEGISLAÇÃO
A palavra muda: do calçamento à pavimentação asfáltica.
A Lei nº 336, de 13 de agosto de 1960, autoriza a execução de pavimentação asfáltica de vias públicas. Em 1961, a Lei nº 365 cria o Serviço de Estradas de Rodagem do Município, e a Lei nº 391 autoriza o pavimento da Avenida da Saudade até o cemitério.
Não é uma única obra, mas uma mudança de vocabulário e de capacidade administrativa: a rua passa a fazer parte de uma política viária mais ampla.
1956Calçamento · 6.000 m²
1960Pavimentação asfáltica
1961S.E.R.M. e Avenida da Saudade
A superfície mudou, e com ela apareceu uma estrutura municipal dedicada a pensar caminhos.
CAPÍTULO 04 / 1958
A estrada se abre
+Uma pista de jornal
Um estudo secundário transcreve notícia de A Comarca sobre estudos e orçamento para a ligação Mogi Mirim–Limeira.
Ilustração · @eusouguifreitasIlustração de ambientação
NA ESTRADA
O asfalto não parava na esquina. Também era promessa de ligação regional.
Uma pesquisa histórica transcreve uma notícia de A Comarca, datada de 10 de agosto de 1958, sobre estudos e orçamento para cerca de 50 km entre Mogi Mirim e Limeira. A pista é importante, mas ainda é uma pista: o recorte original do jornal precisa ser localizado para conferência direta.
Aqui, o portal separa fato documentado de referência secundária. A imagem é uma ambientação, não uma fotografia da rodovia.
QUAL É O ALCANCE?
Leia a escala da obra
Escolha uma leitura e veja o que a fonte descreve.
A cidade se conecta por dentro e por fora — mas cada escala exige uma fonte diferente.
CAPÍTULO 05 / 1961–74
As camadas da cidade
+Leia como um mapa
A Prefeitura disponibiliza mapas históricos de 1961, 1966 e 1974. O quadro abaixo é um esquema narrativo para orientar a leitura, não um mapa cadastral.
Esquema narrativo · @eusouguifreitasEsquema visual · não cadastral
NOS MAPAS
Uma rua é uma linha. Um plano diretor mostra as linhas juntas.
Os mapas históricos listados pela Prefeitura permitem acompanhar diferentes recortes: Mogi Mirim em 1961, o Plano Diretor de 1966 e áreas do centro, da Zona Sul e do Plano Diretor Centro em 1974.
Sem transformar esses mapas em prova de que uma obra ocorreu em cada traço, podemos usá-los para fazer uma pergunta melhor: que partes da cidade passaram a ser pensadas como sistema?
CENTROZONA SULLIMEIRA
Centro: um recorte para observar a concentração das vias e dos equipamentos.
O asfalto ganha sentido quando passa a ligar centro, bairros, equipamentos e estradas.
CAPÍTULO 06 / 1989–92
Uma nova avenida
+Obra de outra escala
A Avenida 22 de Outubro foi planejada entre 1964 e 1968 e implantada na gestão 1989–1992, com redes, guias, sarjetas, iluminação e asfalto.
Ilustração · @eusouguifreitasIlustração de ambientação
NO EIXO DA CIDADE
Décadas depois, pavimentar já significava construir um corredor completo.
Segundo a Câmara Municipal, a Avenida 22 de Outubro foi planejada entre 1964 e 1968 e implantada entre 1989 e 1992, depois de dificuldades financeiras e técnicas. A obra entregue reunia desapropriações pagas, redes de água e esgoto, guias, sarjetas, iluminação pública e asfalto.
A mesma fonte registra que a gestão foi marcada por aproximadamente 48 km de ruas pavimentadas — um número que ajuda a enxergar a escala urbana alcançada.
48
km aproximados
de ruas pavimentadas na gestão 1989–92, segundo a Câmara Municipal.
redes de água e esgoto
guias e sarjetas
iluminação pública
pavimento asfáltico
Da pedra ao asfalto, a história das ruas é também a história de como a cidade passou a se conectar.
Abra um marco para ver o que aconteceu e consultar o relato do SAAE.
1909ANTECEDENTESA empresa que administrava o sistema
Segundo o levantamento histórico do SAAE, a Empresa de Água, Luz e Esgotos de Mogi Mirim administrava o sistema desde 1909. O governo estadual adquiriu a empresa e, na década de 1930, era responsável pelos serviços de água.
1948MUNICIPALIZAÇÃOO Estado autoriza a transferência
A Assembleia Legislativa autorizou a transferência dos serviços de água à Prefeitura. Em 1949, a Câmara de Mogi Mirim aprovou a lei que autorizava o prefeito João Missaglia a receber do Estado os serviços de água e esgotos.
1956INFRAESTRUTURAO primeiro sistema municipal de tratamento e distribuição
O SAAE situa em 1956 a construção do primeiro sistema municipal de tratamento e distribuição. O livro Mogi Mirim nos Trilhos do Desenvolvimento registra uma inauguração em dezembro de 1955. Segundo o SAAE, as instalações receberam equipamentos importados da Alemanha e dos Estados Unidos. Um estudo anterior havia apontado o rio Mogi Mirim como manancial para a captação.
1970SERVIÇO PÚBLICONasce o SAAE de Mogi Mirim
Em 9 de março de 1970, foi criado o Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Mogi Mirim, com autonomia econômica, financeira e administrativa. O serviço era antes organizado como um departamento da Prefeitura.
1973ESTAÇÃO DE TRATAMENTOA inauguração registrada por A Comarca
O livro Mogi Mirim nos Trilhos do Desenvolvimento data a inauguração em 28 de janeiro e reproduz fotos creditadas ao jornal A Comarca.
1985AMPLIAÇÃOMais capacidade para tratar água
A estação de tratamento ganhou dois decantadores adicionais. Segundo a autarquia, a ampliação dobrou a capacidade de produção da estação.
2012ESGOTAMENTO SANITÁRIOInauguração da Estação de Tratamento de Esgotos
A Estação de Tratamento de Esgotos de Mogi Mirim foi inaugurada em 14 de junho de 2012. A obra foi precedida de concessão pública autorizada pela Lei Municipal nº 4.448, de 2007.
Três pontos de partida para pesquisar a memória da cidade.
01 / ABASTECIMENTO
História do SAAE
O relato institucional reúne marcos do abastecimento, da criação da autarquia e da expansão do saneamento.
02 / IMPRENSA LOCAL
A Comarca
Em 2024, a Prefeitura anunciou o recebimento dos exemplares originais e do material escaneado do jornal, cuja primeira edição saiu em 1900.
03 / DOCUMENTAÇÃO
CEDOCH
O Centro de Documentação Histórica preserva registros da cidade e da região, incluindo processos do Fórum local dos séculos XVIII a XX.
Sobre as ilustrações e referências
As cenas de ambientação acompanham os relatos históricos. Algumas ilustrações têm fotografias de referência, identificadas nas fichas de consulta junto às fontes e aos créditos.
O relato institucional da autarquia descreve a falta d’água, a transferência dos serviços ao município, a construção do sistema de 1956 e a criação do SAAE em 1970. A linha do tempo deste portal resume esse relato.
Fonte: SAAE de Mogi Mirim, página “Nossa História”.
A primeira edição do jornal A Comarca saiu em 5 de julho de 1900. Em junho de 2024, a Prefeitura informou que recebeu os exemplares originais e o material escaneado, sob coordenação da Secretaria de Cultura e Turismo.
Esta ficha resume a notícia da entrega. As edições sobre o abastecimento ainda precisam ser localizadas e conferidas no acervo.
Fonte: Prefeitura de Mogi Mirim, notícia de 25 de junho de 2024.
O Centro de Documentação Histórica Joaquim Firmino de Araújo Cunha reúne registros sobre Mogi Mirim e região. Seu catálogo institucional menciona processos do Fórum local, fotografias, filmes, mapas e croquis.
Fotos e filmes históricos específicos sobre o abastecimento dependem da identificação dos itens e da confirmação das condições de exibição.
Em 30 de setembro de 1948, a Lei estadual nº 167 autorizou o Executivo estadual a transferir o serviço e os bens ligados a ele. Em 15 de fevereiro de 1949, a Lei municipal nº 33 autorizou o prefeito a receber a escritura de doação dos serviços.
O livro Mogi Mirim nos Trilhos do Desenvolvimento (2021), pp. 56–57, associa as fotos da decantadora e da fachada a uma inauguração em 25 de dezembro de 1955. A página Nossa História, do SAAE, situa a construção do primeiro sistema municipal em 1956. A documentação reunida ainda não esclarece a relação entre os marcos. A ilustração da fachada tem como referência a foto 33, da p. 57.
A Lei municipal nº 719, de 9 de março de 1970, institui o então denominado Serviço Autônomo de Água e Esgôto. O art. 1º estabelece sua autonomia. O art. 2º enumera suas atribuições.
As fotos 34 e 35, na p. 58 de Mogi Mirim nos Trilhos do Desenvolvimento (2021), registram a estação e a cerimônia em 28 de janeiro de 1973. O livro atribui as imagens a A Comarca. A ilustração do capítulo tem como referência a foto 34, que mostra os vãos retangulares dos decantadores e as travessas de concreto.
A ficha identifica as fotos para consulta. As cópias para exibição no portal ainda precisam ser confirmadas com o acervo.
A ilustração tem como referência a foto dos decantadores na figura 11, p. 13, de um relatório de fiscalização da ARES-PCJ de 2013. A p. 12 identifica a ETA I Morro Vermelho e traz uma vista de satélite do local.
A galeria do SAAE tem vistas aéreas da estação, inclusive uma após a instalação da usina fotovoltaica. O vídeo da visita foi divulgado pela autarquia.
As fotografias mostram o mesmo trecho da Rua José Bonifácio, na esquina com a Praça Rui Barbosa, em décadas diferentes. A comparação é visual e localizada: ela não determina a data de asfaltamento de todas as ruas da cidade.
Fonte das fotografias: Câmara Municipal de Mogi Mirim, seção Mogi Antigo. Imagens exibidas a partir dos arquivos publicados pela Câmara.
A sequência consultada na Legislação Digital inclui a Lei nº 219, de 10 de julho de 1956, que autoriza licitação e execução de calçamento de 6.000 m² de vias públicas; a Lei nº 264, de 2 de abril de 1958, sobre contratação de calçamento; a Lei nº 336, de 13 de agosto de 1960, sobre pavimentação asfáltica; a Lei nº 365, de 29 de março de 1961, que cria o Serviço de Estradas de Rodagem do Município; e a Lei nº 391, de 29 de novembro de 1961, sobre a Avenida da Saudade até o cemitério.
As ementas ajudam a montar a sequência administrativa, mas não substituem os processos de obra, medições e mapas de execução. Por isso, o capítulo distingue autorização legal de obra efetivamente concluída.
Fonte: Legislação Digital · Câmara Municipal de Mogi Mirim.
Uma pesquisa histórica sobre a formação urbana transcreve notícia de A Comarca, de 10 de agosto de 1958, sobre estudos e orçamento para uma ligação de aproximadamente 50 km entre Mogi Mirim e Limeira.
A referência disponível é secundária: o recorte original do jornal ainda precisa ser localizado e conferido diretamente no acervo. Por isso, o capítulo apresenta o episódio como pista documental, não como prova final de execução.
Referência secundária: estudo “Qualificação Montado”, com transcrição atribuída a A Comarca.
A Prefeitura de Mogi Mirim mantém uma página de mapas históricos com itens identificados como “Mogi Mirim · 1961”, “Plano Diretor · 1966”, “Centro · 1974”, “Zona Sul · 1974” e “Plano Diretor Centro · 1966”.
O esquema do capítulo não reproduz os mapas nem pretende ser cadastral. Ele apenas organiza visualmente os recortes para orientar a leitura e lembrar que as ruas fazem parte de planos urbanos maiores.
Fonte: Prefeitura de Mogi Mirim · Mapas Históricos.
A Câmara Municipal registra que o planejamento da Avenida 22 de Outubro começou entre 1964 e 1968 e que a implantação ocorreu entre 1989 e 1992, depois de dificuldades financeiras e técnicas. A obra entregue reuniu desapropriações, redes de água e esgoto, guias, sarjetas, iluminação pública e asfalto.
A mesma publicação informa que a gestão foi marcada por aproximadamente 48 km de ruas pavimentadas.
Fonte: Câmara Municipal de Mogi Mirim · notícia sobre a Avenida Prefeito Romeu Antônio Bordignon.